Tecnologia, Segurança, Saúde.

Vamos falar sobre as profundas mudanças que ocorreram na saúde suplementar, no que diz respeito a conectividade e, que afetaram a maneira de atendimento ao paciente e influenciaram diretamente no Faturamento Hospitalar.

Não é de hoje, que mudanças minimas e pontuais visando a adequação das operadoras ao padrão TISS vigente, vem sendo implantadas nos sites de conectividade das mesmas.

De acordo com o artigo sétimo da RN 305 da ANS, de 9 de outubro de 2012: "a troca de dados do padrão TISS deverá ser eletrônica e obrigatoriamente na versão vigente."

Contudo, o que vimos nos últimos meses foi muito além de uma adequação a Resolução normativa.

TECNOLOGIA

Atualmente, as pessoas tem se distanciado cada vez mais dos computadores - os Desktop's - e se aproximado mais de Smartphone's e Tablet's. 

Isso porque, cada vez mais, temos mais a fazer, nos dando uma impressão que temos menos tempo para executar as tarefas.

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De acordo com pesquisa realizada, de janeiro a março deste ano, a venda de aparelhos como Smartphone's e Tablet's, cresceram.

As operadoras de saúde vem adequando seus sites para uma melhor visualização nestes tipos de aparelhos, assim como, a criação de aplicativos para download.

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Hoje é muito mais fácil: marcar consultas, receber resultados de exames, avaliar uma clinica ou profissional médico, solicitar autorizações para terapias e tratamentos. A ideia, é trazer o plano de saúde para a palma da mão do cliente.

Contudo, quanto mais facilidade você traz para o cliente, mais segurança deverá vir junto.

SEGURANÇA

Imagine que você vai até a agencia do seu banco pagar uma conta. Você leva a conta que deseja pagar e o seu cartão de debito para efetuar o pagamento.

Para debitar o dinheiro de sua conta, é necessário inserir uma senha que autoriza a transação.

No setor de saúde suplementar, não é diferente.

Em geral, para se atender um paciente de plano de saúde, é necessário que o paciente assine a guia de atendimento referente aos procedimentos realizados.

A não ser para a realização de procedimentos mais complexos e mais caros, como cirurgias e exames de alto custo, quando é necessário solicitar uma senha de autorização à operadora de saúde.

Você acabou de ler um ótimo exemplo de comparação, não é mesmo?

Porém, o mundo muda e se atualiza muito rápido. As formas de golpes e crimes, se atualizam também.

Em 2016 mais de 40 milhões de brasileiros foram vitimas de crimes virtuais. Em comparação com o ano anterior, houve um aumento de 10% nos ataques digitais.

Os Bancos vem investindo cada vez mais em segurança para as transações digitais. Em 2016, de acordo com o Banco Central, as operações realizadas por meio de celular e tablet representaram 61,9% do total, e esse número só vem aumentando.

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Um grande aliado da segurança digital é o token. em geral Tokens, são dispositivos que geram senhas temporárias, que duram poucos segundos, e servem para proteger as contas de quem as utiliza.

Hoje em dia, as senhas tokens são geradas nos próprios aplicativos do seu Banco de origem, e são exigidas na hora da transação bancaria. 

SAÚDE


E se toda essa segurança digital fosse empregada nos atendimentos a beneficiários de planos de saúde? Afinal, quando um paciente é atendido, posteriormente, o dinheiro sai da conta do plano de saúde para a conta do prestador que o atendeu.

Em 2016, o faturamento das operadoras de planos de saúde aumentou 12,8%. Porém, os custos também aumentaram, cerca de 14,4%, de acordo com a ANS (Agencia nacional de saúde suplementar).

As operadoras de saúde, vem investindo em métodos de se certificar que tudo aquilo cobrado pelos prestadores, foi realmente oferecido ao beneficiário.

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Biometria, cartão magnético, autorização prévia de atendimento, auditoria interna e agora... o Token.

Sim, as operadoras começaram a usar este método de validação para todos os atendimentos.

O código Token, é gerado através do aplicativo da operadora ou no próprio site, no momento de cada atendimento, seja: consulta, exame, sessão de terapia...

Isso traz mais segurança para o beneficiário e para a operadora diminuindo o risco de fraude.

Só que essa relação tem três lados: a operadora, o beneficiário e o prestador. Levando em consideração que a segurança é para o beneficiário e para a operadora, podemos interpretar que estes mecanismos os mantem seguros do prestador?

Vamos continuar discutindo isso nos próximos textos, mas, deixe a sua opinião nos comentários e compartilhe este texto com seus amigos.

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